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Por Danniel Rodrigues

Dia Internacional da Cerveja: Celebrando a evolução do mercado cervejeiro no Brasil e mundo

Na última sexta-feira, 01 de agosto, comemoramos o Dia Internacional da Cerveja, uma das bebidas mais consumidas e celebradas no mundo. No Brasil, onde somos o terceiro maior consumidor global de cerveja, essa data tem um significado especial, pois a cerveja está profundamente enraizada na nossa cultura, história e celebrações.

Que tal relembrarmos alguns marcos curiosos e importantes da história do mercado cervejeiro no Brasil? Aqui vai uma viagem no tempo que reflete como o país se tornou um dos principais protagonistas no cenário cervejeiro global!

A chegada da cerveja no Brasil

A cerveja desembarcou no Brasil no século XIX, trazida por imigrantes europeus, especialmente alemães, que enxergaram no clima tropical do país um ambiente perfeito para popularizar a bebida. Foi em 1853, com a inauguração da primeira cervejaria do Brasil, a Boehmia, na cidade de Petrópolis (RJ), que a produção nacional realmente começou.

Desde então, a cerveja foi se inserindo na cultura do país, tornando-se não apenas uma fonte de refresco, mas também um símbolo de convivência e celebração.

Os comerciais que definiram uma era

Nos anos 1990, a cerveja se consolidou como uma verdadeira estrela nos lares brasileiros, impulsionada por campanhas publicitárias icônicas. Os famosos comerciais da época eram sinônimos de descontração, praias e humor, marcando uma geração de consumidores.

Porém, muitas dessas campanhas hoje são vistas sob outra perspectiva e causam polêmica por reforçarem estereótipos de gênero e padrões de beleza irreais. Hoje, o mercado avança para um discurso mais plural e ético, adaptado aos valores atuais, refletindo a mudança de ideias e comportamentos na sociedade.

A criação do primeiro estilo oficialmente brasileiro: Catharina Sour

Quem disse que o Brasil não cria tendências no universo cervejeiro? Além de dominar o mercado, o país é também berço de inovações. O Catharina Sour, criado em Santa Catarina, é o primeiro estilo de cerveja considerado oficialmente brasileiro.

Esse estilo é leve, frutado e refrescante, perfeito para o clima tropical brasileiro. Ele ganhou reconhecimento internacional por sua versatilidade e pela incorporação de frutas tipicamente brasileiras, como maracujá, acerola e goiaba. É uma prova de como a criatividade nacional transformou a experiência cervejeira, trazendo brasilidade para a taça.

As primeiras cervejas sem álcool no mundo

As cervejas sem álcool surgiram no início do século XX como uma resposta a dois grandes movimentos: o avanço das tecnologias de produção e as mudanças nas legislações e comportamentos sociais. Durante a Lei Seca nos Estados Unidos (1920–1933), as cervejarias buscaram alternativas para sobreviver ao proibir álcool na maioria das bebidas.

Foi então que criaram as primeiras versões de cervejas com teor alcoólico reduzido, chamadas de "near beer" (quase cerveja). Nos anos seguintes, com a evolução dos métodos de desalcoolização e uma maior preocupação com saúde e bem-estar, as cervejas sem álcool começaram a ganhar mais espaço, especialmente na Europa. Hoje, elas representam um segmento em ascensão global, atendendo públicos que buscam sabor, equilíbrio e uma experiência cervejeira sob uma nova perspectiva.

A primeira cerveja sem álcool do Brasil

As primeiras cervejas sem álcool do Brasil foram a Kronenbier, lançada em 1991, com teor alcoólico "quase zero", não atingindo a classificação de 0,0%, e a Liber, lançada pela Brahma em 2004 e anunciada como a primeira da América Latina com teor alcoólico 0,0%. Ambas foram pioneiras ao popularizar a categoria de cervejas sem álcool no país, marcando o início de uma transformação no mercado brasileiro e abrindo caminho para o desenvolvimento de novas marcas e alternativas para os consumidores.

No entanto, com o passar dos anos, a tecnologia na produção e a mudança de hábitos do consumidor transformaram o segmento, criando opções mais próximas da experiência original e com um sabor que muitas vezes surpreende. A categoria de cervejas sem álcool não apenas cresceu, mas também se tornou sinônimo de equilíbrio e saúde.

A mudança de hábitos: um novo público para a cerveja

O consumo de cerveja no Brasil e no mundo está mudando. A busca por uma vida mais saudável levou à ascensão de estilos mais equilibrados, como as cervejas artesanais e as versões sem álcool, que hoje representam um dos segmentos que mais crescem no mercado.

Tendências como saudabilidade, sustentabilidade e valorização da experiência estão moldando uma nova era no mercado cervejeiro. Os consumidores querem saber de onde vem sua cerveja, como ela é feita e, claro, como ela pode se alinhar ao estilo de vida saudável que desejam adotar.

Luci e a celebração do Dia Internacional da Cerveja

Não poderíamos deixar de celebrar essa data tão especial aqui na Luci, que nasceu com a missão de oferecer uma cerveja sem álcool que combina frescor, sabor e propósito. Nossos rótulos trazem brasilidade para o copo e promove momentos de celebração alinhados ao equilíbrio e à saúde.

O Dia Internacional da Cerveja é uma oportunidade de brindarmos não apenas ao sabor dessa bebida tão querida, mas também às transformações e inovações que fazem dela um símbolo de convivência e renovação.

📣 Que tal brindar de forma consciente? Venha celebrar com a gente e experimentar uma nova forma de consumir cerveja, com sabor, nutrição e lucidez!

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